Cerca de 60 opositores do presidente Nicolás Maduro foram libertados na Venezuela após terem sido detidos no contexto das eleições de 2024.
As prisões ocorreram durante a crise política que se seguiu à reeleição de Maduro para um terceiro mandato. O processo eleitoral foi marcado por denúncias de fraude, que o governo venezuelano nega.
Antes das libertações anunciadas neste período de Natal, organizações não governamentais do país estimavam que cerca de 1.085 pessoas estavam presas por motivos políticos.
Até o momento, as autoridades não esclareceram em quais condições as solturas foram realizadas nem se há outras liberações previstas.