A arrecadação de impostos e contribuições federais fechou 2025 em R$ 2,887 trilhões. Segundo a Receita federal o volume representa alta de 3,65% na comparação com 2024, descontada a inflação do período. Também é a maior arrecadação anual da série histórica, iniciada em 1995. Um dos destaques é o crescimento real de 20,54% nas receitas com o IOF, que somaram R$ 86,477 bilhões.
O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de rendimentos do trabalho cresceu 5,75%, para R$ 235,396 bilhões, devido a ganhos nos rendimentos do trabalho assalariado (+5,86%) e das aposentadorias (+8,50%). Já o IRRF de rendimentos de capital aumentou 6,42%, para R$ 162,594 bilhões, principalmente por causa da alta de 23,67% com aplicações de renda fixa.
A receita previdenciária cresceu 3,27% acima da inflação, para R$ 737,571 bilhões, puxada pela massa salarial e pelo desempenho do mercado de trabalho, além da reoneração escalonada da contribuição patronal dos municípios e da folha de pagamentos.
O IRRF de rendimentos no exterior cresceu 12,91%, para R$ 86,202 bilhões. O IRRF de outros rendimentos atingiu R$ 23,846 bilhões, uma alta de 8,17%. A arrecadação de Cofins aumentou 3,13%, para R$ 458,053 bilhões. A do PIS/Pasep aumentou 2,65%, para R$ 123,893 bilhões.